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Saúde - Quinta-feira, 11 de Março de 2021

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Infestação silenciosa da dengue pode agravar colapso na Saúde


Infestação silenciosa da dengue pode agravar colapso na Saúde

Com a pandemia de coronavírus, uma doença tem sido bastante negligenciada por parte da população em Paraguaçu. A dengue não deu intervalo e a infestação do mosquito Aedes Aegypti preocupa os agentes de saúde do município que pedem disciplina dos moradores na vistoria dos quintais. "Seria muito difícil ter que lidar com duas transmissões neste momento de colapso do sistema de saúde", alertou o agente de saúde Josué Campos de Sena, que atua no controle do vetor. 

 

Desde o início do ano, foram registrados 8 casos positivados da doença no município, mas de acordo com Josué, está havendo uma subnotificação de dengue em função da Covid-19 já que tanto a população quanto as equipe de saúde estão mobilizadas para o enfrentamento da pandemia. Ele explica que as duas doenças têm muitos sintomas em comum, como febre, dor de cabeça, diarreia e dor no corpo, o que também dificulta o diagnóstico. "De qualquer maneira, as pessoas devem deixar o "achismo" de lado e procurar, de forma precoce, as unidades de saúde para evitar qualquer evolução da doença". 

 

A banalização da dengue e o incessante descuido da população dentro de casa são fatores que contribuem para um descontrole da doença que tem perspectivas de novas e significativas epidemias com formas graves . "Houve um desgaste ao longo do tempo entorno do tema dengue e, mesmo assim, a grande dificuldade ainda é fazer a pessoa agir, se engajar no combate", afirmou. A maioria dos focos do mosquito, ressalta o agente de saúde, está nas residências ocupadas e não nos terrenos baldios. "Está no pratinho de planta, na calha entupida, até mesmo no bebedouro do animal", apontou. 

 

O agente afirma que um quintal sem recipientes que possam acumular água das chuvas é ambiente seguro contra dengue. "São apenas cinco minutinhos do dia para dar uma volta no quintal. Uma vez por semana fazendo essa vistoria já seria o suficiente já que o ciclo de vida do vetor é de sete dias", orienta Josué.

 

Por conta da pandemia, as  visitas domiciliares ficaram comprometidas. O trabalho ficou restrito às orientações à população. O inseticida, explica o agente de saúde, é usado apenas para bloqueio de transmissão. Ao longo do tempo, o veneno perde eficácia porque o mosquito fica mais resistente. "A única prevenção é a eliminação dos criadouros", enfatizou.

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